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    Pesquisa nas Definições por:

    DIGITARDES-MAS

    digitado | adj.

    Que tem a forma dos dedos da mão humana....


    O homem superior dá-se a conhecer nas coisas mais insignificantes....


    digitação | n. f.

    Exercício de movimento dos dedos....


    Parte da antropologia que estuda o corpo humano considerado em relação às suas dimensões....


    papiloscopia | n. f.

    Estudo das papilas, em especial das papilas digitais....


    Condição que, devido a uma mutação genética, leva a que uma pessoa nasça sem impressões digitais....


    papiloscopista | adj. 2 g. n. 2 g.

    Que ou quem é especialista no estudo das papilas digitais, em papiloscopia....


    papila | n. f.

    Pequena saliência cónica formada à superfície da pele ou das membranas mucosas por várias ramificações nervosas ou vasculares (ex.: papila duodenal; papila ótica; papilas digitais; papilas linguais; papilas renais)....


    Forma dos sulcos da pele, em especial da pele da ponta dos dedos, que determina as impressões digitais....


    lofoscopia | n. f.

    Estudo ou exame dos relevos da pele, nomeadamente das impressões digitais....


    fissipene | adj. 2 g.

    De asas fendidas ao comprido, em ramos ou digitações....


    digitar | v. tr.

    Dar forma de dedo a....


    teclar | v. intr. | v. tr. e intr.

    Pressionar as teclas ou os botões de um instrumento, aparelho ou máquina....


    fónio | n. m.

    Planta herbácea cerealífera (Digitaria exilis) da família das gramíneas, originária da África Ocidental....


    Relativo ao ciberjornalismo, modalidade de jornalismo desenvolvido e distribuído na Internet e nos meios digitais (ex.: design ciberjornaliístico; práticas ciberjornalísticas)....



    Dúvidas linguísticas


    Diz-se parecido a ou parecido com? Por exemplo, parecido ao Pai ou parecido com o Pai? Ambas as formas estão correctas?


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.