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    Pesquisa nas Definições por:

    DEIXADAS

    aclasto | adj.

    Que deixa passar a luz sem reflexão....


    Que deixa ver os objetos sem irisação....


    aliquanta | adj. f.

    Diz-se da parte que não divide o todo sem deixar resto....


    ao | contr.

    Contração da preposição a e do artigo ou pronome o (ex.: entregou a mercadoria ao cliente; deu um beijo à avó; deixou um aviso aos mais destemidos; vamos às compras?)....


    Que se deixa dominar ou arrastar por outrem....


    Que facilmente se deixa subornar....


    concludente | adj. 2 g.

    Que conclui ou leva a uma conclusão....


    deixado | adj.

    Que não se importa....


    desconfiante | adj. 2 g.

    Que tem desconfiança; que deixa de confiar....


    Que tem a barriga deprimida (por fome, magreza, etc.)....


    Que deixa passar facilmente o calor....


    Que se divide ou subdivide em dois....


    dicótomo | adj.

    Que se divide ou subdivide em dois....


    Diz-se dos cristais que só deixam ver metade das suas faces....



    Dúvidas linguísticas


    A palavra "corrimão" pertence à família de palavras da palavra "mão"? Que outras palavras podem pertencer a esta família?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?