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    Pesquisa nas Definições por:

    DECIFRASTE-NOS

    paleografia | n. f.

    Ato de decifrar escritos antigos....


    édipo | n. m.

    Decifrador de enigmas....


    enigmatista | n. 2 g.

    Pessoa que inventa ou decifra enigmas....


    hieróglifo | n. m.

    Nome dado aos carateres da escrita dos antigos egípcios....


    Análise ou decifração de comunicação ou escrita codificada ou secreta....


    contracifra | n. f.

    Chave com que se decifra um texto cifrado....


    charadista | adj. 2 g. n. 2 g.

    Que ou a pessoa que compõe ou decifra charadas....


    adivinhar | v. tr.

    Prever por meios naturais ou desconhecidos....


    codificar | v. tr.

    Reduzir ou reunir em código....


    Analisar ou decifrar comunicação ou escrita codificada ou secreta....


    decodificar | v. tr.

    Traduzir em linguagem clara uma informação codificada....


    descodificar | v. tr.

    Traduzir em linguagem clara uma informação codificada....


    ler | v. tr. e intr. | v. tr. | v. intr.

    Interpretar o que está escrito; proceder à leitura de (ex.: ler um livro; leu uma história ao filho; aprender a ler)....


    grifo | n. m.

    Coisa difícil de decifrar ou de compreender....


    leitura | n. f.

    Ato ou hábito de ler (ex.: a leitura ajuda a desenvolver o raciocínio)....



    Dúvidas linguísticas


    Diz-se parecido a ou parecido com? Por exemplo, parecido ao Pai ou parecido com o Pai? Ambas as formas estão correctas?


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.