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    DECAPITAVAM-MA

    cutelo | n. m. | n. m. pl.

    Instrumento cortante com lâmina curva, com o corte na parte convexa, geralmente com cabo de madeira....


    guilhotina | n. f.

    Instrumento de decapitação para os condenados à morte....


    Pena de morte por degolação ou corte da cabeça....


    jugulado | adj.

    Que se jugulou ou que ficou sem a cabeça....


    decapitado | adj.

    Que se decapitou ou que ficou sem a cabeça (ex.: estátua decapitada)....


    jugular | v. tr.

    Cortar a cabeça ou o pescoço de....


    degolar | v. tr. | v. pron.

    Proceder à degolação de; cortar a cabeça de....


    degolado | adj. | n. m.

    Que se degolou ou que ficou sem a cabeça....


    gravatear | v. tr.

    Matar, cortando a cabeça....


    gravata | n. f.

    Tira de tecido que se passa à volta do pescoço, geralmente sob o colarinho da camisa, e que se ata em nó ou laço à frente....


    degola | n. f.

    Ato ou efeito de degolar, de cortar a cabeça....


    degolação | n. f.

    Ato ou efeito de degolar, cortar a cabeça....



    Dúvidas linguísticas


    A palavra "corrimão" pertence à família de palavras da palavra "mão"? Que outras palavras podem pertencer a esta família?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?