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    Compactem-Ta

    massudo | adj.

    Que tem aspeto de massa; cheio; compacto....


    pícnico | adj.

    Diz-se do tipo humano caracterizado por figura rechonchuda, estatura e extremidades curtas, cara redonda e abdómen dilatado, geralmente associado à ciclotimia. (Um dos tipos somáticos de Kretschmer.)...


    Que tem igual densidade (ex.: superfícies isopícnicas)....


    abetumado | adj.

    Tapado com betume; calafetado; triste....


    comprimido | adj. | n. m.

    Reduzido a menor volume....


    cheio | adj. | n. m.

    Que tem dentro tanto quanto pode conter....


    soldo | n. m.

    Vencimento de militar....


    mole | n. f.

    Massa informe....


    Operação que consiste na aglomeração e compactação de pós ou partículas muito pequenas, a altas temperaturas, mas abaixo da temperatura de fusão, para obter blocos ou peças sólidas (ex.: sinterização de materiais cerâmicos, sinterização de minério de ferro)....


    sínter | n. m.

    Material obtido na aglomeração e compactação de pós ou partículas muito pequenas, a altas temperaturas, mas abaixo da temperatura de fusão (ex.: sínter de cerâmica, transformação de minério em sínter)....


    pélete | n. m.

    Substância compactada, geralmente medicamento para absorção lenta, em forma de grânulos (ex.: pélete medicamentoso)....


    Operação que consiste na compactação de material para o transformar em pelotas ou granulados (ex.: pelotização de minério de ferro; pelotização de rações)....


    jacamim | n. m.

    Nome de várias espécies de aves ribeirinhas....


    picnometria | n. f.

    Medida da densidade dos corpos....




    Dúvidas linguísticas


    Estão todos chamando uma mulher presidente de presidenta, isso não está errado? Existe a palavra presidenta?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?