PT
BR



    Pesquisa nas Definições por:

    AVULTASTE-MAS

    fortuna | n. f.

    Tendência para circunstâncias maioritariamente positivas ou maioritariamente negativas (ex.: boa fortuna, má fortuna)....


    avultação | n. f. | n. f. pl.

    Ato ou efeito de avultar ou de se avultar....


    abalizar | v. tr. | v. pron.

    Marcar com balizas, marcos ou limites....


    avultar | v. pron.

    Parecer-se no vulto....


    avultar | v. tr. | v. intr.

    Avolumar....


    distinguir | v. tr. | v. pron.

    Não confundir....


    ressair | v. intr.

    Sair de novo....


    sobressair | v. intr. e pron.

    Ser ou estar saliente....


    crescer | v. intr.

    Desenvolver-se....


    módico | adj. | n. m.

    Que tem pouco valor ou importância (ex.: módica quantia; número módico; preço módico)....


    notabilizar | v. tr. | v. pron.

    Tornar notável, afamado....


    agigantar | v. tr. | v. pron.

    Dar proporções de gigante a....



    Dúvidas linguísticas


    A palavra "corrimão" pertence à família de palavras da palavra "mão"? Que outras palavras podem pertencer a esta família?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?