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    APARECEM-NAS

    acrónico | adj.

    Diz-se de um astro que aparece em lugar oposto ao do Sol....


    aparecente | adj. 2 g.

    Que começa a aparecer (ex.: realidade aparecente; mudanças aparecentes)....


    crepuscular | adj. 2 g.

    Relativo ao crepúsculo (ex.: luz crepuscular)....


    galícola | adj. 2 g.

    Que se manifesta ou vive nas galhas das plantas....


    histeranto | adj.

    Diz-se das plantas cujas flores aparecem depois das folhas....


    larvado | adj.

    Desequilibrado, maníaco....


    mamário | adj.

    Relativo a mama (ex.: região mamária; cancro mamário)....


    miliar | adj. 2 g.

    Que tem forma de grão de milho....


    pós-escolar | adj. 2 g.

    Que sucede ou aparece depois do período da escolaridade....


    recidivo | adj.

    Que torna a aparecer....


    serôdio | adj.

    Que vem no fim da estação própria....


    Que antecede o aparecimento da religião islâmica....


    Que não sucede ou aparece com intervalos regulares....


    alvorecente | adj. 2 g.

    Que é próprio do amanhecer (ex.: luz alvorecente)....


    Frase que se diz ter Constantino visto numa cruz que lhe apareceu nos ares, quando marchava contra Maxêncio....


    surgido | adj.

    Que apareceu ou surgiu....



    Dúvidas linguísticas


    Existe a palavra veterotestamentário?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?