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    Pesquisa nas Definições por:

    ABISMAS-LHAS

    abismo | n. m.

    Grande profundidade que se supõe insondável e tenebrosa....


    báratro | n. m.

    Lugar em que há uma grande profundidade ou uma grande depressão abrupta....


    Instrumento para medir a velocidade das correntes marítimas e determinar a sua direção....


    cenote | n. m.

    Depressão circular inundada de água, geralmente em terrenos calcários cársicos, que resulta da dissolução química das rochas ou de erosão subterrânea; dolina inundada....


    lerna | n. f.

    Abismo....


    precipício | n. m.

    Lugar, geralmente escarpado, em que há uma grande profundidade ou uma grande depressão abrupta....


    sorvedouro | n. m.

    Voragem onde a água faz remoinho....


    abismado | adj.

    Que se abismou ou espantou....


    abismar | v. tr. | v. pron.

    Precipitar no abismo....


    engolfar | v. tr. | v. pron.

    Meter em golfo....


    regurgitar | v. tr. e intr. | v. intr.

    Fazer voltar à boca ou esófago um alimento que se encontra no estômago (ex.: a progenitora regurgita para alimentar as crias)....


    pego | n. m.

    Sítio mais fundo num rio, lago ou mar....



    Dúvidas linguísticas


    Existe a palavra veterotestamentário?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?