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    Pesquisa nas Definições por:

    VALORO-MOS

    aleatório | adj.

    Que depende de acontecimento incerto....


    ambivalente | adj. 2 g.

    Que é dotado de ambivalência....


    plurívoco | adj.

    Que tem vários valores ou vários sentidos (ex.: linguagem plurívoca)....


    Cujo preço ou valor é definido por uma convenção ou depende de fatores externos (ex.: valores forfetários)....


    ad valorem | loc.

    De acordo com o valor, proporcionalmente ao valor, segundo o valor....


    multívoco | adj.

    Que tem vários valores ou vários sentidos (ex.: discurso multívoco)....


    CIF | adj. 2 g. 2 núm.

    Que inclui o custo da mercadoria com seguro e transporte (ex.: cláusula CIF; preço CIF; valores CIF)....


    encaixe | n. m.

    Ato de encaixar....


    cheque | n. m.

    Documento que representa uma ordem de pagamento à vista sobre casa onde se tem valores....


    deve | n. m.

    Existência (em casa comercial)....


    existência | n. f. | n. f. pl.

    Ato de existir; estado do que é ou do que existe....


    imparidade | n. f.

    Qualidade daquilo que é ímpar....


    importante | adj. 2 g. | n. m.

    Que tem importância, valor ou mérito....




    Dúvidas linguísticas


    Estão todos chamando uma mulher presidente de presidenta, isso não está errado? Existe a palavra presidenta?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?