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    Pesquisa nas Definições por:

    REVEDES-MAS

    revida | adj. f.

    Diz-se da mulher vaidosa que toda se revê....


    almanaque | n. m.

    Calendário acompanhado de indicações úteis (fases da lua, festividades, feriados, etc.) e, geralmente, de alguma leitura amena e variada....


    armilústria | n. f.

    Festa que os romanos celebravam no Aventino, passando-se revista às legiões e oferecendo-se um sacrifício pela prosperidade das mesmas legiões....


    chão | n. m. | adj.

    Superfície onde se pode pôr o pé e andar....


    encarte | n. m.

    Ato ou efeito de encartar ou encartar-se....


    sacaria | n. f.

    Rebate falso para revista de tropas antes de combate....


    vistoria | n. f.

    Inspeção ou exame feito por juiz acompanhado de peritos....


    pornografia | n. f.

    Estudo ou descrição da prostituição....


    lambe-lambe | n. m.

    Fotógrafo que trabalha em espaços públicos, geralmente ao ar livre....


    cupom | n. m.

    Título de juro ou de dividendo que faz parte de uma obrigação ou ação e que se separa na ocasião do pagamento....


    socialite | n. 2 g.

    Pessoa que tem as condições consideradas necessárias para ser mencionado nas colunas sociais de jornais e revistas....


    cupão | n. m.

    Título de juro ou de dividendo que faz parte de uma obrigação ou ação e que se separa na ocasião do pagamento....


    Desenvolvimento de órgãos vegetais que se manifestam em forma de cartucho....


    mostra | n. f.

    Ato de mostrar....


    optacon | n. m.

    Aparelho que permite aos invisuais ler qualquer livro, revista ou jornal....


    rodapé | n. m.

    Espécie de cortina que cobre o âmbito da cama até ao chão....


    copidesque | n. m. | n. 2 g.

    Trabalho de revisão final de textos para publicação....


    maçacote | n. m.

    Cimento de cal que se usa para revestir pisos de terra....



    Dúvidas linguísticas


    Qual a forma correcta 'Estive na Quarteira' ou 'Estive em Quarteira'?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?