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    Pesquisa nas Definições por:

    RESGUARDES-TAS

    aberto | adj.

    Que não tem cobertura....


    De boa ou má condição; arrumado; resguardado....


    coberto | adj.

    Tapado, resguardado....


    abafo | n. m.

    Ato de abafar....


    almofacilha | n. f.

    Estopa que resguarda da barbela o queixo do cavalo....


    escaparate | n. m.

    Manga ou redoma de vidro (que cobre ou resguarda objetos)....


    galapo | n. m. | n. m. pl.

    Almofada ou coxim da sala....


    proteção | n. f.

    Ato ou efeito de proteger ou de se proteger....


    sobretoalha | n. f.

    Toalha que se põe por cima de outra para a resguardar....


    sobretudo | n. m. | adv.

    Casaco grosso e quente que se veste sobre outras peças de roupa, como resguardo contra o frio....


    vitrina | n. f.

    Vidraça ou mostrador com tampo ou porta de vidro onde estão expostos objetos à venda....


    vitrine | n. f.

    Vidraça ou mostrador com tampo ou porta de vidro onde estão expostos objetos à venda....


    capotão | n. m.

    Casaco grosso e quente que se veste sobre outras peças de roupa, como resguardo contra o frio....


    angarilha | n. f.

    Capa de palha para resguardar louça ou vidro....


    colete | n. m.

    Peça de vestuário, sem mangas, que se veste por cima da camisa....


    cupulim | n. m.

    Lanternim que, num terraço, resguarda ou dá luz a uma entrada ou a uma escada....


    esponda | n. f.

    Borda do leito....



    Dúvidas linguísticas


    Qual a forma correcta 'Estive na Quarteira' ou 'Estive em Quarteira'?


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.