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    Pesquisa nas Definições por:

    REGALA-OS

    consolado | adj.

    Que recebeu consolação....


    regalado | adj. | adv.

    Que se regalou....


    vidão | n. m.

    Boa vida; vida regalada; vida de prazer....


    regalo | n. m.

    Ato de se regalar....


    regalada | n. f.

    Espécie de savelha....


    regalador | adj. n. m.

    Que, aquele ou aquilo que regala, que contenta, que causa prazer....


    regalão | n. m. | adj. n. m.

    Grande regalo....


    banquetear | v. tr. | v. pron.

    Dar banquete em honra de....


    regalar | v. tr. | v. pron.

    Tratar com regalo; causar prazer a....


    rever | v. tr. | v. intr. | v. pron.

    Tornar a ver....


    mimo | n. m.

    Condescendência carinhosa com que se trata a outrem....


    regal | n. m.

    Pequeno órgão portátil, em uso do século XV ao século XVII....


    manguito | n. m.

    Pequena manga para enfeite ou resguardo dos punhos....



    Dúvidas linguísticas


    Venho por este meio pedir que me tirem uma dúvida relacionada com a palavra bolor: a correcta pronunciação da palavra acima referida é "bolor" (com o mesmo tipo de fonologia que existe em, por ex.: ardor ou timor) ou "bolór" (obviamente sem o uso do acento que coloquei, mas com um som como em pior ou maior). Pessoalmente penso que se pronuncia sem nenhum tipo de acentuação, mas desde que vim estudar para o Porto estou rodeado de gente que diz o contrário.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.