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    Pesquisa nas Definições por:

    PROVARAS

    convicto | adj.

    Que se convenceu; que tem determinada convicção....


    contraproducente | adj. 2 g.

    Que prova precisamente o contrário do que se queria provar....


    Versado, prático, entendedor, conhecedor, que foi submetido a prova....


    provado | adj.

    Sabido; experimentado....


    quão | adv. | conj.

    Indica grau ou intensidade, em frases interrogativas (ex.: quão dispendioso é?)....


    Que supre ou serve de suplemento....


    provante | adj. 2 g.

    Que demonstra ser verdadeiro através de provas; que prova....


    Relativo a mesa-tenista ou a ténis de mesa (ex.: o nível mesa-tenístico da prova foi muito elevado)....


    Que prova precisamente o contrário do que se queria provar....


    Objeto que prova a existência de um delito....



    Dúvidas linguísticas


    Estão todos chamando uma mulher presidente de presidenta, isso não está errado? Existe a palavra presidenta?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?