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    Pesquisa nas Definições por:

    PESARAS-LHA

    capaz | adj. 2 g.

    Que tem capacidade para (ex.: o hotel é capaz de alojar duzentas pessoas)....


    contundente | adj. 2 g.

    Que pode provocar lesão ou contusão pela pressão exercida numa parte do corpo, batendo ou chocando (ex.: arma contundente; instrumento contundente; pancada contundente)....


    denso | adj.

    Que pesa muito em relação a outros corpos de igual volume....


    falho | adj.

    Que tem falha, fenda (ex.: terrina falha)....


    gravativo | adj.

    Diz-se de dor acompanhada de uma sensação de peso....


    leveiro | adj.

    Que é pouco pesado....


    pesadão | adj.

    Muito pesado para a idade que tem....


    onco- | elem. de comp.

    Exprime a noção de tumor ou cancro (ex.: oncologia)....


    Relativo a proprioceção ou aos propriocetores (ex.: sistema propriocetivo)....


    Palavras proféticas e fatídicas que mão invisível escreveu nas paredes da sala em que Baltasar se entregava à sua última orgia, ao mesmo tempo que Ciro entrava na Babilónia....



    Dúvidas linguísticas


    Será que existe o plural de arroz em arrozes? Será que se emprega?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?