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    PARAM-SE-MAS

    avonda | interj.

    Expressão usada para mandar parar uma ação ou para fazer calar....


    bijugado | adj.

    Que tem dois pares de folíolos num pecíolo comum....


    bonda | interj.

    Expressão usada para interromper ou mandar parar uma ação ou para fazer calar....


    bíparo | adj.

    Que se produz e reproduz aos pares, dois a dois....


    burelado | adj.

    Diz-se do escudo cujas faixas estão divididas em pares....


    acuado | adj.

    Que se acuou....


    enfim | adv.

    Por último; em último lugar....


    estatelado | adj.

    Deitado por terra; imóvel; parado....


    inativo | adj.

    Não em atividade....


    imanente | adj. 2 g.

    Inseparável do sujeito....


    De modo imediato; sem demora (ex.: divulguem imediatamente a notícia quando ela sair)....


    Que medita ou pensa muito profundamente....


    multíparo | adj.

    Que pare ou pode parir mais de um filho de um só parto....


    opilante | adj. 2 g.

    Que causa entupimento ou obstrução; que opila....


    para | prep.

    Exprime direção ou lugar de destino (ex.: arrancou para o Sul; a casa está virada para norte)....


    Que faz progressos, que progride....


    Que tem quatro pares de folíolos opostos....



    Dúvidas linguísticas


    Qual a forma correcta 'Estive na Quarteira' ou 'Estive em Quarteira'?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?