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    Pesquisa nas Definições por:

    MATUREM-TO

    maturativo | adj.

    Que promove a maturação ou a supuração....


    digestão | n. f.

    Elaboração dos alimentos no estômago e nos intestinos....


    Ato ou efeito de (se) disseminar, de (se) espalhar por diferentes partes....


    oogénese | n. f.

    Formação e maturação do óvulo....


    dicogamia | n. f.

    Maturação não simultânea do androceu e do gineceu de algumas plantas que impede a sua autofertilização....


    desavinho | n. m.

    Aborto parcial do cacho que impede a sua perfeita maturação....


    Época em que os frutos começam a desenvolver-se....


    maturador | adj. n. m.

    Que ou o que matura; maturativo....


    amojo | n. m.

    Apojadura....


    elatério | n. m.

    Fruto que, na época da maturação, se abre e lança as sementes à distância....


    destelar | v. intr.

    Cair da árvore, com o vento ou a maturação (falando da azeitona ou da castanha)....


    levedar | v. tr., intr. e pron. | v. intr. e pron.

    Tornar ou ficar lêvedo ou fermentado....


    madrugar | v. intr.

    Levantar-se de madrugada....



    Dúvidas linguísticas


    Diz-se parecido a ou parecido com? Por exemplo, parecido ao Pai ou parecido com o Pai? Ambas as formas estão correctas?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?