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    ISOLASSEM-MOS

    avulso | adj. | adv.

    Isolado, solto, desconexo, desirmanado....


    insulado | adj.

    Isolado como uma ilha....


    Não frequentado; pouco concorrido; isolado....


    unânime | adj. 2 g.

    Que é do mesmo parecer, que tem o mesmo sentimento....


    vacuolar | adj. 2 g.

    Relativo aos vacúolos (ex.: parede vacuolar)....


    isola | interj.

    Exprime vontade de evitar azar ou mau agouro....


    Que é relativo às condições térmicas e acústicas (ex.: isolamento termoacústico)....


    cafundó | n. m.

    Lugar ermo ou de acesso difícil....


    conjunto | adj. | n. m.

    Intimamente unido....


    extrato | n. m.

    Aquilo que foi extraído....


    monococo | adj. | n. m.

    Diz-se de uma variedade de trigo....


    solidão | n. f.

    Estado do que está só....


    lambrilha | n. f.

    Pequeno azulejo quadrado, decorado geralmente com uma figura isolada (ex.: lambrilhas pintadas à mão)....


    Ação de dividir os cristais e de os isolar por meio de clivagem....



    Dúvidas linguísticas


    Será que existe o plural de arroz em arrozes? Será que se emprega?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?