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    Pesquisa nas Definições por:

    Excede-mas

    atroz | adj. 2 g.

    Cruel e desumano....


    coberto | adj.

    Tapado, resguardado....


    desmedido | adj.

    Que excede as medidas; desmarcado; excessivo; enorme....


    eminente | adj. 2 g.

    Elevado; excelente....


    exorbitante | adj. 2 g.

    Que sai da órbita; que excede os justos limites....


    superante | adj. 2 g.

    Que supera, excede....


    Que não tem justificação (ex.: a acusação é arbitrária e perfeitamente injustificada; o aluno excedeu o limite de faltas injustificadas)....


    abismo | n. m.

    Grande profundidade que se supõe insondável e tenebrosa....


    emulação | n. f.

    Sentimento que excita o zelo e a atividade para igualar ou exceder os outros no que é bom....


    pedrada | n. f.

    Ato de arremessar uma pedra....


    sobrestadia | n. f.

    Estadia que excede o previsto (ex.: custos de sobrestadia de um navio)....


    Tempo em que um navio excede o número de dias estipulado para estadia num porto, geralmente sujeito a custos adicionais (ex.: taxa de contraestadia)....


    comandita | n. f.

    Sociedade comercial em que há um ou mais associados, de responsabilidade solidária, e um ou mais sócios capitalistas, que não intervêm na gerência e cuja responsabilidade não excede o capital subscrito....




    Dúvidas linguísticas


    Será que existe o plural de arroz em arrozes? Será que se emprega?


    Tenho uma dúvida relativamente ao novo acordo ortográfico. Será que alguém me pode explicar de forma convincente porque é que a palavra "pára" (3ª pess. sing. pres. ind. de parar e 2ª pess. sing. imp. de parar) terá a sua grafia alterada para "para"?
    Não bastavam já todos os outros exemplos na língua portuguesa em que diferentes palavras têm a mesma grafia, mudando a sua pronúncia para alterar o significado? A final o novo acordo ortográfico serve para simplificar ou para complicar?
    Não quero dizer que muitas das coisas do novo ortográfico não fazem sentido, por muito que nos custe alterar a forma como nos ensinaram a ler e a escrever, mas é por causa destes exemplos, no meu ver, completamente estúpidos, que o novo acordo perde credibilidade e fará com que muita gente se recuse a aplicá-lo.