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    Pesquisa nas Definições por:

    Embrulharmos

    abacaxi | n. m.

    Planta bromeliácea (Ananas comosus) originária da América Tropical, muito cultivada nas regiões quentes pelos seus grandes frutos de polpa açucarada e saborosa....


    amálgama | n. m. ou f.

    Combinação de mercúrio com metais....


    pacote | n. m.

    Pequeno fardo....


    salsada | n. f.

    Mistura de coisas diferentes....


    volume | n. m.

    Espaço ocupado por um corpo qualquer....


    cartucho | n. m. | adj.

    Cone de papel ou cartão para transportar diversos produtos, como géneros de mercearia ou afins....


    historiada | n. f.

    Assunto complicado ou embrulhado....


    rebuçado | adj. | n. m.

    Que se rebuçou....


    algaravia | n. f.

    Linguagem confusa, geralmente recheada de termos de várias línguas....


    alhada | n. f.

    Porção de alhos....


    embrulhada | n. f.

    Confusão; trapalhada, intriga....


    embrulho | n. m.

    Objeto que está embrulhado....


    entrouxo | n. m.

    Trouxa; embrulho de roupa, etc....



    Dúvidas linguísticas


    Venho por este meio pedir que me tirem uma dúvida relacionada com a palavra bolor: a correcta pronunciação da palavra acima referida é "bolor" (com o mesmo tipo de fonologia que existe em, por ex.: ardor ou timor) ou "bolór" (obviamente sem o uso do acento que coloquei, mas com um som como em pior ou maior). Pessoalmente penso que se pronuncia sem nenhum tipo de acentuação, mas desde que vim estudar para o Porto estou rodeado de gente que diz o contrário.


    Recebi a correção de um texto que fiz para minha prova de redação e foram reportados 2 erros apenas.

    1º “erro”: Precisava descrever o fato de não abuso e utilizei-me da construção de uma palavra prefixada por in-, levando em conta que o mesmo atendia minha necessidade para a construção, resultando no termo inabusivo. No contexto era necessário concordar em gênero e número, obtendo assim inabusivas. Estaria incorreto?

    2º “erro”: Utilizei o termo profícuo na seguinte frase: “Questão de caráter complexo e de difícil solução profícua...”. Sinceramente, acredito que a professora realmente não compreendeu o significado do termo e ou até o desconhece visto que ela não reportou erro de redundância (onde uma vez pensei que toda solução fosse profícua, mas logo discordei pois é possível uma solução não ser vantajosa) ou qualquer outro tipo de erro possível.

    Para os dois “erros” ela escreveu apenas o seguinte comentário: “Evite termos difíceis, fale fácil!”. Minha composição nesses casos está correta?