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    Embatucavas-To

    embuchado | adj.

    Que tem o estômago demasiado cheio....


    embatocado | adj.

    Que está tapado, arrolhado....


    embatucado | adj.

    Que embatucou, que ficou sem capacidade de responder ou reagir....


    azabumbar | v. intr. | v. tr.

    Tocar zabumba ou tambor....


    embatucar | v. tr. e intr.

    Deixar ou ficar sem capacidade de fala, de resposta....


    embudar | v. tr. | v. intr.

    Levar (o peixe) a meter-se num local de onde só possa sair para cair na rede....


    encovar | v. tr. | v. intr. | v. pron.

    Meter em cova; esconder, ocultar....


    esmagar | v. tr. | v. pron.

    Comprimir até rebentar ou dilacerar....


    entalar | v. tr. | v. tr. e pron.

    Pôr entre talas....


    entupir | v. tr. | v. intr.

    Obstruir; entulhar; atulhar....


    viola | n. f.

    Instrumento musical de cordas, semelhante ao violino, mas de timbre mais baixo e um pouco maior....



    Dúvidas linguísticas


    Qual a forma correcta 'Estive na Quarteira' ou 'Estive em Quarteira'?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?