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    EMBARGAS-MOS

    empatado | adj.

    Em que houve empate....


    arresto | n. m.

    Medida preventiva que consiste na apreensão judicial de bens como garantia do pagamento de dívida ao credor arrestante (ex.: arresto de contas bancárias; arresto de um imóvel)....


    desembargo | n. m.

    Levantamento judicial de embargo....


    embargo | n. m. | n. m. pl.

    Obstáculo; estorvo; apreensão....


    grosa | n. f.

    Doze dúzias....


    embargador | adj. n. m.

    Que ou aquele que embarga....


    obstante | adj. 2 g.

    Que obsta; que impede....


    afogar | v. tr. | v. intr.

    Fazer morrer debaixo de água....


    congelar | v. tr. e intr. | v. tr.

    Transformar ou transformar-se um líquido em sólido pela ação do frio....


    embargar | v. tr.

    Pôr embargos ou obstáculos a....


    levantar | v. tr. e pron. | v. tr. | v. intr. | v. tr., intr. e pron. | v. pron. | n. m.

    Mover ou mover-se de baixo para cima....


    Qualidade do que é executório (ex.: não há como suspender a executoriedade do ato administrativo que determinou o embargo da obra)....




    Dúvidas linguísticas


    Qual a forma correcta 'Estive na Quarteira' ou 'Estive em Quarteira'?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?