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    DIGNOU-TOS

    benemerente | adj. 2 g.

    Que bem-merece ou é digno de prémio ou louvor....


    dino | adj.

    Digno....


    digno | adj.

    Merecedor, credor, benemérito....


    fidedigno | adj.

    Digno de todo o crédito....


    fido | adj.

    Que é digno de confiança (ex.: fido esposo)....


    insuspeito | adj.

    Não suspeito; sobre o qual não recai suspeita....


    meritório | adj.

    Digno de louvor ou de recompensa....


    novelesco | adj.

    Relativo a ou próprio de novela (ex.: acontecimento digno de uma trama novelesca)....


    notado | adj.

    Notável, afamado....


    Relativo ao rei Salomão, personagem bíblica (rei dos hebreus)....


    venerando | adj.

    Que é digno de veneração; muito respeitável....




    Dúvidas linguísticas


    Qual a palavra correcta para definir a parte do dia que tem claridade?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?