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    Pesquisa nas Definições por:

    DESSECARES

    dessecar | v. tr. e pron.

    Fazer a dessecação de....


    dissecar | v. tr.

    Proceder à dissecação de....


    enviçar | v. tr. e intr.

    Dar viço a ou ter viço....


    viçar | v. tr. e intr.

    Dar ou ter viço ou vigor....


    vicejar | v. intr. | v. tr.

    Ter viço ou frescor....


    secar | v. tr. | v. tr. e intr. | v. intr. e pron. | v. intr.

    Fazer evaporar a água ou a humidade de....


    humedecer | v. tr., intr. e pron. | v. tr.

    Tornar ou ficar húmido....


    esqueleto | n. m.

    Conjunto completo dos ossos do corpo dos animais vertebrados....




    Dúvidas linguísticas


    Lendo um livro de História da Sociedade Brasileira, deparei-me com a seguinte afirmação: O Brasil perdia o direito de "asiento". Recorri ao dicionário mas nada encontrei, a respeito dessa palavra. Vossa Senhoria pode me dizer o significado?


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.