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    Pesquisa nas Definições por:

    DECALCAM-LHES

    decalcomania | n. f.

    Processo que permite transferir por pressão imagens para outra superfície....


    policópia | n. f.

    Reprodução, em muitos exemplares, de um texto escrito com uma tinta especial, e decalcado sobre uma pasta de gelatina ou por qualquer outro processo; copiografia....


    offset | n. m.

    Processo de impressão por duplo decalque, em que a forma imprime sobre uma chapa de cauchu que depois se reproduz no papel....


    calcar | v. tr.

    Pisar com o pé ou com os pés....


    decalcar | v. tr.

    Transferir (desenhos, pinturas, etc.) para outra superfície por pressão ou por cópia....


    pastichar | v. tr. e intr.

    Imitar o estilo, a maneira de....


    Folha que tem tinta de um dos lados, usada entre duas folhas de papel para decalcar na de baixo o que é escrito na de cima, geralmente em máquinas de escrever ou à mão. (Equivalente no português de Portugal: papel químico.)...


    químico | adj. | n. m.

    Da química ou a ela relativo....


    papel | n. m. | n. m. pl.

    Folha seca e fina feita com toda a espécie de substâncias vegetais reduzidas a massa, para escrever, imprimir, embrulhar, etc....


    carbono | n. m.

    Elemento químico (símbolo: C), de número atómico 6, de massa atómica 12,01, que se encontra, mais ou menos puro, na natureza, quer cristalizado (diamante, grafite), quer amorfo (carvão de pedra, hulha, antracite, lignite)....



    Dúvidas linguísticas


    Qual a forma correcta 'Estive na Quarteira' ou 'Estive em Quarteira'?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?