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    Concedi-Lhe

    concessivo | adj.

    Que concede ou relativo a concessão....


    Que concede ou relativo a concessão....


    amádigo | n. m.

    Gratificação ou mercê que os nobres concediam à pessoa que lhes criava os filhos e aos lugares onde era feita a criação....


    concessor | n. m.

    Aquele que concede ou faz concessão....


    dataria | n. f.

    Repartição da Cúria Romana onde se expedem e se cobram as graças concedidas pela mesma....


    dignação | n. f.

    Ato de dignar-se conceder uma mercê, graça, prémio, etc....


    ignoscência | n. f.

    Remissão de culpa; perdão que se concede....


    impetra | n. f.

    Rogo; súplica; petição....


    proteção | n. f.

    Ato ou efeito de proteger ou de se proteger....


    voluntarismo | n. m.

    Caráter do que é voluntário ou voluntarioso....


    precário | adj. | n. m.

    Inseguro, não estável....


    cupom | n. m.

    Título de juro ou de dividendo que faz parte de uma obrigação ou ação e que se separa na ocasião do pagamento....


    Vantagem concedida em títulos ou ações aos tomadores dos títulos de uma empresa....


    bónus | n. m. 2 núm.

    Vantagem que alguns comerciantes, industriais, empresas ou companhias concedem aos consumidores, associados ou subscritores....



    Dúvidas linguísticas


    Qual a forma correcta 'Estive na Quarteira' ou 'Estive em Quarteira'?


    Tenho uma dúvida relativamente ao novo acordo ortográfico. Será que alguém me pode explicar de forma convincente porque é que a palavra "pára" (3ª pess. sing. pres. ind. de parar e 2ª pess. sing. imp. de parar) terá a sua grafia alterada para "para"?
    Não bastavam já todos os outros exemplos na língua portuguesa em que diferentes palavras têm a mesma grafia, mudando a sua pronúncia para alterar o significado? A final o novo acordo ortográfico serve para simplificar ou para complicar?
    Não quero dizer que muitas das coisas do novo ortográfico não fazem sentido, por muito que nos custe alterar a forma como nos ensinaram a ler e a escrever, mas é por causa destes exemplos, no meu ver, completamente estúpidos, que o novo acordo perde credibilidade e fará com que muita gente se recuse a aplicá-lo.