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    Pesquisa nas Definições por:

    Compondo-nos

    alcmânico | adj.

    Diz-se do verso grego ou latino composto de três dáctilos e um espondeu....


    Diz-se do antigo verso grego ou latino composto de um espondeu, dois coriambos e um jambo....


    azoico | adj.

    Anterior aos seres organizados....


    Diz-se de um ácido composto de ácido cianídrico e cianeto de ferro....


    dímere | adj. 2 g.

    Composto de duas partes, de dois segmentos....


    Referente ao tipo elzevir ou aos impressores deste nome....


    enântico | adj.

    Relativo ao aroma do vinho....


    el | art. def.

    Usado apenas no nome composto el-rei, o rei....


    glicónico | adj.

    Diz-se do verso grego ou latino composto de um espondeu e dois dáctilos....


    grafítico | adj.

    Composto de grafite ou a ela semelhante....


    Dizia-se de um composto oxigenado do cloro, chamado hoje peróxido de cloro....


    Que se compõe de partes de natureza ou de espécie diferente....


    Composto de partes ou secções desiguais....


    Dizia-se de um composto oxigenado de azoto chamado hoje peróxido de azoto....



    Dúvidas linguísticas


    A palavra "corrimão" pertence à família de palavras da palavra "mão"? Que outras palavras podem pertencer a esta família?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?