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    CONSIDEROU-TO

    Diz-se de fêmea que se tornou estéril, ainda que temporariamente....


    Que considera a criação como feita expressamente para o homem....


    benquisto | adj.

    Que é alvo de estima ou afeição....


    cotado | adj.

    Que tem cotação na bolsa....


    donde | contr.

    Usa-se para indicar origem, proveniência (ex.: ouvíamos o cantar do galo, vindo não sabemos bem donde; donde era o vinho?)....


    findo | adj.

    Que acabou....


    Cujo centro é o Sol (falando-se geralmente da latitude e da longitude dos planetas)....


    Que não tem as características consideradas normais ou mais comuns....


    imérito | adj.

    Que não é merecido (ex.: considerações iméritas)....


    inidóneo | adj.

    Que não serve para, que não convém....


    inumano | adj.

    Que não sabe ou não pode ser humano....


    Diz-se do casamento de pessoa nobre, geralmente príncipe, com uma pessoa de condição considerada inferior que fica excluída das dignidades de nobreza....


    potente | adj. 2 g.

    Que tem potência ou poderio; poderoso....



    Dúvidas linguísticas


    A palavra "corrimão" pertence à família de palavras da palavra "mão"? Que outras palavras podem pertencer a esta família?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?