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    Pesquisa nas Definições por:

    COMPREENDAM-TOS

    acroático | adj.

    Que não é compreendido senão por meio de explicações....


    asinino | adj.

    Relativo a asno ou burro....


    asnático | adj.

    Relativo a asno ou burro....


    capaz | adj. 2 g.

    Que tem capacidade para (ex.: o hotel é capaz de alojar duzentas pessoas)....


    Diz-se dos fenómenos geológicos que compreendem os movimentos que modificam a superfície do Globo e os convulsivos ou terramotos....


    interestelar | adj. 2 g.

    Que está compreendido entre as estrelas (ex.: matéria interestelar)....


    interstelar | adj. 2 g.

    Que está compreendido entre as estrelas (ex.: espaço interstelar)....


    lento | adj. | adv.

    Vagaroso; moroso; ronceiro; que dura ou parece durar muito mais do que seria para desejar....


    lúcido | adj.

    Brilhante, claro....


    Diz-se da molécula de um corpo que compreende um só átomo desse corpo....


    perspícuo | adj.

    Que se pode ver ou perceber facilmente (ex.: regras perspícuas)....


    polífito | adj.

    Relativo a muitas plantas....



    Dúvidas linguísticas


    Estão todos chamando uma mulher presidente de presidenta, isso não está errado? Existe a palavra presidenta?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?