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    Pesquisa nas Definições por:

    COITAVAS-TOS

    pós-coital | adj. 2 g.

    Que é relativo aos momentos após o coito ou ato sexual....


    pré-coital | adj. 2 g.

    Que é relativo aos momentos antes do coito ou ato sexual....


    coitada | n. f.

    O mesmo que coutada....


    pinocada | n. f.

    Relação ou ato sexual....


    coita | n. f.

    Desgraça....


    coito | n. m.

    Relação ou ato sexual....


    zoolagnia | n. f.

    Atração sexual por animais....


    coprolagnia | n. f.

    Excitação sexual relacionada com fezes....


    odaxelagnia | n. f.

    Excitação sexual associada ao ato de morder ou de ser mordido....


    algolagnia | n. f.

    Perversão na qual o prazer está ligado ao sofrimento experimentado pelo paciente ou infligido a outrem....


    coutada | n. f.

    Terra onde não se permite a caça por estar reservada para o proprietário....


    coutaria | n. f.

    Ofício de couteiro....


    couto | n. m.

    Terra coutada, privilegiada, defesa....


    eunuco | n. m. | adj.

    Guardião castrado de um harém....


    onanismo | n. m.

    Coito interrompido antes da ejaculação....


    coitanaxo | n. m.

    Pessoa merecedora de pena ou de compaixão....



    Dúvidas linguísticas


    Qual a forma correcta 'Estive na Quarteira' ou 'Estive em Quarteira'?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?