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    castigas

    atagantado | adj.

    Aflito, importunado, cansado, mortificado....


    limado | adj.

    Que se limou....


    Que se pune ou castiga a si próprio....


    apenado | adj.

    Castigado com pena....


    Axioma de jurisprudência segundo o qual ninguém pode ser inculpado ou castigado duas vezes pelo mesmo delito....


    Castigar os que nos são caros, para os corrigir de certos vícios ou defeitos, é prova de afeição....


    cafundó | n. m.

    Lugar ermo ou de acesso difícil....


    degredo | n. m.

    Pena de desterro, imposta judicialmente como castigo de um crime grave....


    escaldão | n. m.

    Queimadura produzida por líquido muito quente....


    impunidade | n. f.

    Falta de punição ou do castigo devido....


    justo | adj. | n. m.

    Conforme ao direito....


    penitência | n. f.

    Qualquer ato de mortificação interior ou exterior....


    penologia | n. f.

    Tratado ou estudo das penalidades criminais ou das medidas de prevenção criminal....


    palmatória | n. f.

    Instrumento com que se castiga batendo na palma da mão....


    penalidade | n. f.

    Qualidade de penal, do que é suscetível de uma pena....


    punição | n. f.

    Ato ou efeito de punir....


    pago | n. m.

    O que se entrega ou recebe por um bem ou serviço....



    Dúvidas linguísticas


    Peço auxílio para a composição de palavras com prefixos gregos e latinos. Quando são em justaposição e quando são em aglutinação? Minha dúvida neste momento é com a palavra intra + esclerótico.


    Recebi a correção de um texto que fiz para minha prova de redação e foram reportados 2 erros apenas.

    1º “erro”: Precisava descrever o fato de não abuso e utilizei-me da construção de uma palavra prefixada por in-, levando em conta que o mesmo atendia minha necessidade para a construção, resultando no termo inabusivo. No contexto era necessário concordar em gênero e número, obtendo assim inabusivas. Estaria incorreto?

    2º “erro”: Utilizei o termo profícuo na seguinte frase: “Questão de caráter complexo e de difícil solução profícua...”. Sinceramente, acredito que a professora realmente não compreendeu o significado do termo e ou até o desconhece visto que ela não reportou erro de redundância (onde uma vez pensei que toda solução fosse profícua, mas logo discordei pois é possível uma solução não ser vantajosa) ou qualquer outro tipo de erro possível.

    Para os dois “erros” ela escreveu apenas o seguinte comentário: “Evite termos difíceis, fale fácil!”. Minha composição nesses casos está correta?