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    Pesquisa nas Definições por:

    BEATAS

    igrejeiro | adj.

    Frequentador de igrejas; santarrão; beato....


    rezadeiro | adj.

    Que reza muito; que é muito beato....


    altareiro | n. m.

    Aquele que adorna os altares....


    beata | n. f.

    Mulher beatificada pela Igreja....


    beataria | n. f.

    Conjunto de beatos....


    beatice | n. f.

    Devoção religiosa fingida....


    beatilha | n. f.

    Touca branca (de beata que vivia em comunidade)....


    chica | n. f.

    Bebida alcoólica muito forte de origem sul-americana....


    sacrista | n. 2 g.

    Pessoa que tem a seu cargo a sacristia, o arranjo de uma igreja, o serviço de ajudante à missa, etc....


    pucho | n. m.

    Ponta de cigarro ou de charuto....


    bia | n. f.

    Ponta de cigarro ou de charuto, depois de fumado....


    prisca | n. f.

    Ponta de cigarro ou de charuto, depois de fumado....


    papa-novenas | n. 2 g. 2 núm.

    Pessoa que se finge de beata....


    barona | n. f.

    Ponta de cigarro ou de charuto, depois de fumado....


    porta-beatas | n. m. 2 núm.

    Recipiente portátil para depositar e transportar beatas e cinza....



    Dúvidas linguísticas


    A palavra "corrimão" pertence à família de palavras da palavra "mão"? Que outras palavras podem pertencer a esta família?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?