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    Pesquisa nas Definições por:

    BARRARMOS-LHOS

    barrento | adj.

    Que tem ou leva barro (ex.: água barrenta)....


    cacimbado | adj.

    Diz-se do terreno onde há cacimbas ou poços....


    Relativo a energia (ex.: economia energética; fontes energéticas)....


    ostracino | adj.

    Que está ou vive sobre a concha da ostra....


    alizar | n. m.

    Guarnição de madeira que cobre as ombreiras das portas e janelas....


    Ato ou efeito de arranchar ou arranchar-se....


    arranco | n. m.

    Ato de arrancar....


    barrada | n. f.

    Terra de semear, nas encostas, fora das vargens....


    barrado | adj. | n. m.

    Que tem barra....


    barradura | n. f.

    Ato ou efeito de barrar (revestir de barro)....


    barragem | n. f.

    Obstáculo praticado numa corrente de água....


    barreira | n. f.

    Aquilo que restringe ou impede o acesso ou a circulação....


    barreiro | n. m.

    Lugar onde há ou donde se extrai barro....


    camotim | n. m.

    Grande pote de barro onde algumas tribos indígenas metiam cadáveres para os enterrar....



    Dúvidas linguísticas


    Venho por este meio pedir que me tirem uma dúvida relacionada com a palavra bolor: a correcta pronunciação da palavra acima referida é "bolor" (com o mesmo tipo de fonologia que existe em, por ex.: ardor ou timor) ou "bolór" (obviamente sem o uso do acento que coloquei, mas com um som como em pior ou maior). Pessoalmente penso que se pronuncia sem nenhum tipo de acentuação, mas desde que vim estudar para o Porto estou rodeado de gente que diz o contrário.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.