PT
BR



    Pesquisa nas Definições por:

    ATACAI-MAS

    antiaéreo | adj.

    Próprio para a defesa de ataques aéreos....


    corrediço | adj.

    Que se move sobre corrediças....


    insurrecional | adj. 2 g.

    De insurreição ou a ela relativo....


    junto | adj. | adv.

    Que se juntou; que está em contacto físico com (ex.: tinha de ter as mãos juntas para o jogo)....


    poliarticular | adj. 2 g.

    Diz-se do reumatismo, quando ataca muitas articulações....


    salvo | adj. | prep.

    Livre de perigo, de risco, de doença, de incómodo, etc....


    verminado | adj.

    Atacado, roído por vermes....


    tampouco | adv.

    Usa-se para repetir ou reforçar uma negação; também não (ex.: não pretendo atacar, tampouco defender a teoria, apenas analisá-la)....


    ad hominem | loc.

    Que é relativo à pessoa (ex.: o candidato desferiu um ataque ad hominem contra o adversário)....


    Diz-se de um crítico amável que pode atacar, censurar, até motejar, sorrindo sempre....



    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de saber o antónimo de andrógeno, ou seja, o factor que estimula ou faz aparecer os caracteres femininos?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?