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    ARCAS-MAS

    adintelado | adj.

    Diz-se do arco que degenera em linha reta....


    arcado | adj.

    Arqueado; curvado....


    arcipotente | adj. 2 g.

    Hábil e valente no manejo do arco....


    Diz-se da linha (ou do arco do círculo máximo) que une os dois extremos da rota de um navio....


    supraciliar | adj. 2 g.

    Relativo a supercílio ou a sobrancelha (ex.: equimose na região supraciliar direita; lesão supraciliar)....


    subtenso | adj.

    Diz-se da corda de um arco....


    aro | n. m.

    Pequeno arco....


    arquegónio | n. m.

    O órgão feminino das algas, das plantas hepáticas e das criptogâmicas....


    arqueiro | n. m.

    Aquele que faz ou vende arcos....


    arquilho | n. m.

    Arco de madeira ou metal nos bombos e tambores, sobre o qual se retesa a pele, que um outro arco comprime....


    arquivolta | n. f.

    Moldura que sobressai no contorno de um arco....


    batedouro | n. m.

    Pedra em que as lavadeiras batem a roupa, lavando-a....




    Dúvidas linguísticas


    Fazer de propósito ou fazer com propósito?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?