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    Pesquisa nas Definições por:

    APITARMOS-LHE

    silvo | n. m.

    Assobio da cobra....


    sobiote | n. m.

    Assobio pequeno, apito de metal ou madeira....


    apitadela | n. f.

    Ato ou efeito de apitar....


    assobio | n. m.

    Som produzido por quem assobia ou pelo que assobia....


    apitaço | n. m.

    Manifestação em que se faz soar um conjunto grande de apitos, geralmente de maneira concertada e como forma de protesto (ex.: os estudantes promoveram um apitaço no pátio da escola)....


    apitador | adj. n. m.

    Que ou o que toca um apito; que ou o que apita....


    apitar | v. intr.

    Fazer soar um apito....


    buzinar | v. tr. e intr.

    Tocar buzina....


    pito | n. m.

    Instrumento que, com o sopro, produz um silvo....


    apito | n. m.

    Instrumento que, com o sopro, produz assobio....



    Dúvidas linguísticas


    Qual a forma correcta 'Estive na Quarteira' ou 'Estive em Quarteira'?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?