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    Pesquisa nas Definições por:

    ALARMAM-TE

    alarmante | adj. 2 g.

    Que põe em alarme....


    antinuclear | adj. 2 g.

    Que se opõe ao uso de armas nucleares ou da energia nuclear (ex.: manifestantes antinucleares; protesto antinuclear)....


    monitor | n. m.

    Aquele que dá conselhos, lições, etc....


    palor | n. m.

    Palidez....


    repique | n. m.

    Ato ou efeito de repicar....


    gerema | n. f.

    Mulher que amamenta e que, por ter sono leve, pode dar alarme....


    alarma | n. m.

    O mesmo que alarme....


    alarme | n. m.

    Sobressalto e gritaria das pessoas que se reúnem e que convocam outras a juntar-se-lhes, para entre todas rechaçarem um perigo....


    alarmística | n. f.

    Conjunto das técnicas, dos dispositivos e dos estudos para desenvolver, configurar e instalar alarmes (ex.: alarmística de incêndio; alarmística de intrusão; alarmística de frio)....


    babaré | n. m.

    Nome indiano de um instrumento próprio para tocar a rebate; alarme....


    alarmismo | n. m.

    Tendência para exagerar e difundir informações, notícias ou boatos que causam alarme ou medo....


    alarmista | adj. 2 g. n. 2 g.

    Que ou quem se compraz em propalar boatos assustadores....


    sereia | n. f.

    Monstro fabuloso, metade mulher e metade peixe ou ave, que, pela suavidade do seu canto, atraía os navegantes para os rochedos....


    sirene | n. f.

    Aparelho que produz um som grave ou estridente e que serve para fazer sinais de alarme ou de aviso....


    botoneira | n. f.

    Peça ou placa onde ficam os botões de um aparelho ou dispositivo (ex.: botoneira das campainhas do prédio; botoneira de alarme)....


    ativar | v. tr. e pron. | v. tr.

    Tornar ou ficar ativo....


    alarmar | v. tr. | v. tr. e pron.

    Dar o alarme....



    Dúvidas linguísticas


    Qual a forma correcta 'Estive na Quarteira' ou 'Estive em Quarteira'?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?