Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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sorriso

sorrisosorriso | n. m.
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sor·ri·so sor·ri·so


(latim subrisum supino de subrideo, -ere, sorrir)
nome masculino

1. Acto ou efeito de sorrir.

2. Expressão facial em que há um movimento silencioso de extensão dos lábios para os lados e de elevação dos cantos da boca, geralmente indicadora de alegria ou satisfação, por vezes com exibição dos dentes frontais.Ver imagem

3. Demonstração de simpatia, de amabilidade ou de satisfação (ex.: ela recebe-nos sempre com um sorriso).


sorriso amarelo
O que é forçado, que se faz para esconder desconforto ou contrariedade.

sorriso de orelha a orelha
Expressão facial que corresponde à demonstração clara de grande satisfação, com grande extensão dos lábios para os lados, elevação dos cantos da boca e exibição dos dentes frontais.

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Dúvidas linguísticas


Minha dúvida é a seguinte: Quando eu digo que vou emprestar algo (vou-te emprestar minha camiseta, por exemplo), essa frase está errada? E quando digo que vou emprestar algo de alguém (vou emprestar sua camiseta, por exemplo)? Queria saber se ambas as frases estão corretas, se são ambíguas ou algo do gênero ou se o verbo emprestar tem um jeito certo de ser usado.
O verbo emprestar é transitivo directo e pode significar “transferir ou dar temporariamente alguma coisa”, não necessariamente uma coisa possuída por quem empresta (neste sentido, vou-te emprestar a minha camisa significa vou ceder-te a minha camisa temporariamente e vou emprestar a sua camisa significa vou ceder temporariamente a sua camisa a outra pessoa). No português do Brasil, o verbo emprestar pode significar também “pedir temporariamente uma coisa a outrem” (neste sentido, vou emprestar a sua camisa significa vou pedir temporariamente a sua camisa). Por este motivo, ambas as frases estão correctas, podendo a segunda ser ambígua no português do Brasil.



Tenho uma dúvida: a gramática da língua portuguesa não diz que um advérbio antes do verbo exige próclise? Não teria de ser "Amanhã se celebra"?
Esta questão diz respeito a uma diferença, sobretudo no registo coloquial, entre as variedades europeia e brasileira do português, que, com a natural evolução da língua, se foram distanciando relativamente a este fenómeno linguístico. No que é considerado norma culta (portuguesa e brasileira), porém, sobretudo na escrita, e em registo formal, ainda imperam regras da gramática tradicional ou normativa, fixas e pouco permissivas.

No português de Portugal, se não houver algo que atraia o pronome pessoal átono, ou clítico, para outra posição, a ênclise é a posição padrão, isto é, o pronome surge habitualmente depois do verbo (ex.: Ele mostrou-me o quadro); os casos de próclise, em que o pronome surge antes do verbo (ex.: Ele não me mostrou o quadro), resultam de condições particulares, como as que são referidas na resposta à dúvida posição dos clíticos. Nessa resposta sistematizam-se os principais contextos em que a próclise ocorre na variante europeia do português, sendo um deles a presença de certos advérbios ou locuções adverbiais, como ainda (ex.: Ainda ontem as vi), (ex.: o conheço bem), oxalá (ex.: Oxalá se mantenha assim), sempre (ex.: Sempre o conheci atrevido), (ex.: lhes entreguei o documento hoje), talvez (ex.: Talvez te lembres mais tarde) ou também (ex.: Se ainda estiverem à venda, também os quero comprar). Note-se que a listagem não é exaustiva nem se aplica a todos os advérbios e locuções adverbiais, pois como se infere a partir de pesquisas em corpora com advérbios como hoje (ex.: Hoje decide-se a passagem à final) ou com locuções adverbiais como mais tarde (ex.: Mais tarde compra-se outra lente), a tendência na norma europeia é para a colocação do pronome após o verbo. A ideia de que alguns advérbios (e não a sua totalidade) atraem o clítico é aceite até por gramáticos mais tradicionais, como Celso Cunha e Lindley Cintra, que referem, na página 313 da sua Nova Gramática do Português Contemporâneo que a língua portuguesa tende para a próclise «[...] quando o verbo vem antecedido de certos advérbios (bem, mal, ainda, já, sempre, só, talvez, etc.) ou expressões adverbiais, e não há pausa que os separe».

No Brasil, a tendência generalizada, sobretudo no registo coloquial de língua, é para a colocação do pronome antes do verbo (ex.: Ele me mostrou o quadro). Daí a relativa estranheza que uma frase como Amanhã celebra-se o Dia Mundial do Livro possa causar a falantes brasileiros que produzirão mais naturalmente um enunciado como Amanhã se celebra o Dia Mundial do Livro. O gramático brasileiro Evanildo Bechara afirma, na página 589 da sua Moderna Gramática Portuguesa, que «Não se pospõe pronome átono a verbo modificado diretamente por advérbio (isto é, sem pausa entre os dois, indicada ou não por vírgula) ou precedido de palavra de sentido negativo.». Contrariamente a Celso Cunha e Lindley Cintra, Bechara propõe um critério para o uso de próclise que parece englobar a totalidade dos advérbios. Resta saber se se trata de um critério formulado a partir do tendência brasileira para a próclise ou de uma extensão da regra formulada pela gramática tradicional. Estatisticamente, porém, é inequívoca a diferença de uso entre as duas normas do português.

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Palavra do dia

eins·têi·ni·o eins·têi·ni·o


([Albert] Einstein, antropónimo [físico alemão] + -io)
nome masculino

[Química]   [Química]  Elemento químico artificial (símbolo: Es), de número atómico 99. = EINSTÉNIO

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/sorriso [consultado em 18-04-2021]