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    dedilharem-mo

    sitar | n. m.

    Instrumento musical de cordas dedilhadas, originário da Índia e da família do alaúde....


    vina | n. f.

    Instrumento musical de cordas dedilháveis, de origem indiana....


    lira | n. f.

    Instrumento de cordas dedilhadas usado na Antiguidade....


    pizicato | n. m.

    Passagem ou trecho de música que se toca dedilhando as cordas de instrumento de arco....


    vibrar | v. tr. | v. intr.

    Agitar; brandir....


    trasto | n. m.

    Cada um dos filetes de metal que atravessam o ponto dos instrumentos de cordas dedilhadas, para indicar onde o tocador deve pôr os dedos....


    guitarra | n. f.

    Instrumento de cordas dedilhadas, com um braço dividido em semitons por filetes de metal (ex.: guitarra acústica; na guitarra elétrica, os sons são captados por micros e ampliados)....


    harpa | n. f.

    Instrumento de música, triangular, cujas cordas desiguais se dedilham com as duas mãos e cuja origem remonta à Antiguidade....


    dedilhar | v. tr. e intr.

    Ir ferindo com os dedos (as cordas ou as teclas de algum instrumento)....


    viola | n. f.

    Instrumento musical de cordas, semelhante ao violino, mas de timbre mais baixo e um pouco maior....



    Dúvidas linguísticas


    Qual a forma correcta 'Estive na Quarteira' ou 'Estive em Quarteira'?


    Recebi a correção de um texto que fiz para minha prova de redação e foram reportados 2 erros apenas.

    1º “erro”: Precisava descrever o fato de não abuso e utilizei-me da construção de uma palavra prefixada por in-, levando em conta que o mesmo atendia minha necessidade para a construção, resultando no termo inabusivo. No contexto era necessário concordar em gênero e número, obtendo assim inabusivas. Estaria incorreto?

    2º “erro”: Utilizei o termo profícuo na seguinte frase: “Questão de caráter complexo e de difícil solução profícua...”. Sinceramente, acredito que a professora realmente não compreendeu o significado do termo e ou até o desconhece visto que ela não reportou erro de redundância (onde uma vez pensei que toda solução fosse profícua, mas logo discordei pois é possível uma solução não ser vantajosa) ou qualquer outro tipo de erro possível.

    Para os dois “erros” ela escreveu apenas o seguinte comentário: “Evite termos difíceis, fale fácil!”. Minha composição nesses casos está correta?