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    bosquejava-lho

    sintomia | n. f.

    Exposição abreviada; concisão, bosquejo....


    bosquejo | n. m.

    Delineamento inicial de uma obra de desenho ou de pintura....


    croqui | n. m.

    Delineamento inicial de uma obra de desenho ou de pintura....


    bosquejar | v. tr.

    Fazer o esboço ou os primeiros traços de....


    esboçar | v. tr. | v. pron.

    Fazer o esboço ou os primeiros traços de....


    esquissar | v. tr.

    Fazer o esquisso ou os primeiros traços de....


    adumbrar | v. tr. e pron. | v. tr.

    Espalhar sombras sobre ou encher-se de sombras....


    borrão | n. m.

    Nódoa de tinta na escrita....


    esquisso | n. m.

    Primeiros traços de um desenho ou de outra obra....


    rascunho | n. m.

    Versão de redação de um escrito, ainda sujeita a melhoramentos ou alterações antes da versão definitiva....


    esboço | n. m.

    Delineamento inicial de uma obra de desenho ou de pintura....



    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de saber se alguma das seguintes frases está incorrecta:
    1. O carro podê-lo-ia ter atropelado
    2. O carro poderia tê-lo atropelado.


    Encontrei uma resposta que passo a transcrever "Na frase Já passava das duas da manhã quando aquele grupo de jovens se encontraram perto do restaurante existe uma locução (aquele grupo de jovens) que corresponde a um sujeito da oração subordinada (quando aquele grupo de jovens se encontraram perto do restaurante) com uma estrutura complexa. Nesta locução, o núcleo do sintagma é grupo, e é com este substantivo que deve concordar o verbo encontrar. Desta forma, a frase correcta seria Já passava das duas da manhã quando aquele grupo de jovens se encontrou perto do restaurante."
    Sendo que a frase em questão foi retirada do Campeonato Nacional de Língua Portuguesa, e a frase completa é "Já passava das duas quando aquele grupo de jovens se encontraram perto da discoteca, aonde o Diogo os aguardava". Segundo a vossa resposta, dever-se-ia ter escrito "(...) aquele grupo de jovens se encontrou (...)". Mas se assim for, também seria de considerar "aonde o Diogo os aguardava", pois se consideramos que o sujeito é singular, não faz sentido dizer "os aguardava", mas sim "o aguardava". No entanto, não podemos considerar que existe concordância atractiva em que "deixamos o verbo no singular quando queremos destacar o conjunto como uma unidade. Levamos o verbo ao plural para evidenciarmos os vários elementos que compõem o todo." (Gramática do Português Contemporâneo Cunha/Cintra)? Agradeço elucidação se mantêm a vossa opinião, tendo a frase completa. Já agora, na frase utiliza-se "aonde Diogo os esperava". Não deveria ser "onde"?