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    Silvando

    rubiforme | adj. 2 g.

    Que tem a forma de framboesa ou de amora da silva....


    conjuração | n. f.

    Compromisso solenemente contraído entre vários indivíduos contra um governo constituído ou as instituições vigentes....


    silvado | n. m. | adj.

    Moita de silvas....


    silvedo | n. m.

    Mata de silvas....


    silvense | adj. 2 g. | n. 2 g.

    Relativo ou pertencente à cidade de Silves....


    silvo | n. m.

    Assobio da cobra....


    assobio | n. m.

    Som produzido por quem assobia ou pelo que assobia....


    dumo | n. m.

    Árvore (Ouratea reticulata) da família das ocnáceas....


    rojo | n. m. | adj.

    Ato ou efeito de rojar....


    laurissilva | n. f.

    Floresta endémica da Macaronésia, principalmente na ilha da Madeira, húmida e constituída principalmente por lauráceas....


    atito | n. m.

    Grito ou silvo agudo (de ave exasperada)....


    estridor | n. m.

    Ruído agudo, penetrante, áspero e desagradável; silvo; estrondo....


    síbilo | n. m.

    Silvo; sibilação....


    sibilante | adj. 2 g. | adj. 2 g. n. f.

    Que sibila....


    Falta de lealdade ou de fé à confiança depositada....



    Dúvidas linguísticas


    Qual a forma correcta 'Estive na Quarteira' ou 'Estive em Quarteira'?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?