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    Pesquisa nas Definições por:

    SUTURAS-TOS

    lambdoide | adj. 2 g.

    Diz-se da sutura occipitoparietal do crânio....


    deiscência | n. f.

    Separação natural e espontânea de certos órgãos de uma planta, pela sutura que os unia para a saída do seu conteúdo....


    moleirinha | n. f.

    Cada uma das partes membranosas do crânio do recém-nascido, destinadas a ossificarem-se com o tempo, em especial a que correspondente à sutura coronal....


    penso | n. m. | adj.

    Tratamento de comida, limpeza, etc., que se faz a crianças....


    bandeide | n. m.

    Pequena faixa de gaze, coberta de medicamento e de material protetor, destinada a cobrir, proteger ou manter limpa uma ferida ou sutura. (Equivalente no português de Portugal: penso rápido.)...


    Sutura do períneo, geralmente para reparar uma episiotomia....


    episiorrafia | n. f.

    Sutura do períneo ou nos tecidos à volta da vulva, geralmente para reparar uma episiotomia....


    bregma | n. f.

    Cada uma das partes membranosas do crânio do recém-nascido, destinadas a ossificarem-se com o tempo, em especial a que correspondente à sutura coronal....


    estefânio | n. m.

    Ponto do crânio situado sobre a sutura coronal inferior, pelo seu terço, no lugar onde é cruzado pela linha temporal....


    sutura | n. f.

    Articulação dentada dos ossos do crânio e de alguns da face....


    cilindrose | n. f.

    Espécie de sutura craniana....


    costura | n. f.

    Ato ou efeito de coser....


    enterorrafia | n. f.

    Sutura para ligar os lábios de uma ferida do intestino....


    rafia | n. f.

    Operação que consiste em coser os lábios de uma ferida (ex.: rafia de úlcera gástrica)....




    Dúvidas linguísticas


    Será que existe o plural de arroz em arrozes? Será que se emprega?


    Se me permitem, vou transcrever-vos duas frases que me surgiram e alterei, por senti-las erradas. Agradeço antecipadamente a vossa ajuda.

    Frase 1: A estabilidade e a sincronização facultam-nos o grau de previsibilidade que precisamos para funcionarmos como indivíduos em grupos sociais e especialmente na economia.
    Para além de ter corrigido o que precisamos - parece-me que deve ser de que precisamos, lá vem a grande questão. Transformei o funcionarmos em funcionar. De que precisamos para funcionar. Puro instinto, e espero que acertado. Há uma regra geral?

    Frase 2: E das velhinhas enregeladas, nas escadarias dos edifícios públicos, a tentar vender uma esferográfica ou uma pega de cozinha – os seus únicos pertences.
    Aqui foi o contrário. Achei que o correcto seria a tentarem vender.