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    Obsequia-as

    favorecido | adj.

    Protegido; obsequiado; realçado....


    copo-d'água | n. m.

    Refeição de doces e licores com que se obsequiam os visitantes ou os convidados de um ato solene....


    obséquio | n. m.

    Ato ou efeito de obsequiar....


    fidalgueiro | adj. n. m.

    Que ou aquele que procura conviver com fidalgos, geralmente obsequiando-os ou intrometendo-se....


    obsequiador | adj. n. m.

    Que ou aquele que obsequia....


    encruar | v. tr., intr. e pron.

    Enrijar (o que está cozendo)....


    tratar | v. tr. | v. tr. e pron. | v. pron.

    Proceder para com....


    Refeição de doces e licores com que se obsequiam os visitantes ou os convidados de um ato solene....


    prolfaça | n. m. ou f.

    Conjunto de palavras para felicitar ou congratular (ex.: agradeceu o prolfaça com que o obsequiaram; receba as minhas prolfaças pela condecoração). [Mais usado no plural.]...



    Dúvidas linguísticas


    Diz-se parecido a ou parecido com? Por exemplo, parecido ao Pai ou parecido com o Pai? Ambas as formas estão correctas?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?