PT
BR



    Pesquisa nas Definições por:

    INVOCAVAS-LHOS

    invocativo | adj.

    Que invoca, que encerra invocação....


    Invocação a Deus que se faz no princípio da missa....


    conjuro | n. m.

    Invocação feita com imprecação....


    kyrie | n. m.

    Invocação a Deus que se faz no princípio da missa....


    ô | n. m.

    Palavra usada para chamar ou invocar....


    invocação | n. f.

    Chamamento que se dirige a quem ou ao que desejamos que se manifeste ou nos venha em auxílio....


    apelo | n. m.

    Apelação....


    advocação | n. f.

    Invocação; patrocínio (de orago ou padroeiro)....


    advogado | n. m.

    Letrado cuja profissão é a de alegar o direito no foro....


    apóstrofe | n. f.

    Interpelação súbita ou invocação com que o orador interrompe o seu discurso....


    epiclese | n. f.

    Oração de invocação do Espírito Santo....


    Ato ou efeito de entrar em transe, de xinguilar....


    evoé | interj. n. m.

    Grito com que as bacantes invocaram Baco....


    salva | n. f.

    Descarga de tiros de armas de fogo em sinal de regozijo ou em honra de alguém....



    Dúvidas linguísticas


    Qual a forma correcta 'Estive na Quarteira' ou 'Estive em Quarteira'?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?