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    Pesquisa nas Definições por:

    GALANDO-VOS

    donde | contr.

    Usa-se para indicar origem, proveniência (ex.: ouvíamos o cantar do galo, vindo não sabemos bem donde; donde era o vinho?)....


    romanisco | adj.

    Versado em assuntos romanos (arte de pintura, negócios, etc.)....


    câmbrico | adj. | n. m.

    Que diz respeito ao País de Gales....


    Galas | n. m. pl.

    Povos da fronteira da Abissínia....


    galês | adj. | n. m.

    Relativo ao País de Gales....


    galinha | n. f. | n. f. pl.

    Fêmea do galo....


    galista | n. 2 g.

    Pessoa que se dedica a criar e treinar galos para combate e que vive das apostas desses combates....


    missa | n. f.

    Na religião católica, celebração do sacrifício do corpo e do sangue de Jesus Cristo, que é feito no altar pelo ministério do padre....


    cardife | n. m.

    Hulha das explorações mineiras de Cardife (região do País de Gales, Reino Unido)....


    mutuca | n. f. | n. m.

    Espécie de moscardo grande que persegue os gados....



    Dúvidas linguísticas


    Qual a forma correcta 'Estive na Quarteira' ou 'Estive em Quarteira'?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?