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    Emborcais

    empinar | v. tr. e pron. | v. tr. | v. tr. e intr. | v. pron.

    Pôr ou pôr-se a pino ou em posição vertical (ex.: empinou a bicicleta e caiu para trás; o sol já se empinou)....


    virar | v. tr. | v. tr. e intr. | v. intr. | v. pron. | v. cop.

    Voltar para a posição contrária ou inversa (ex.: vira a página; virei a garrafa para escorrer o azeite)....


    mamar | v. tr. e intr. | v. tr.

    Fazer movimentos com os lábios e a língua para fazer entrar um líquido na boca....


    borcar | v. tr.

    Fazer cair, voltando....


    aborcar | v. tr.

    O mesmo que emborcar....


    desemborcar | v. tr.

    Virar para cima o que está emborcado ou virado para baixo....


    emborcado | adj.

    Que se emborcou ou que está virado para baixo....


    desborcar | v. tr. e intr.

    Pôr de boca para baixo; virar de borco....


    emborcar | v. tr.

    Voltar a vasilha com a boca para baixo....



    Dúvidas linguísticas


    Estão todos chamando uma mulher presidente de presidenta, isso não está errado? Existe a palavra presidenta?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?