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    Pesquisa nas Definições por:

    ESTUDAM-MO

    bíblico | adj.

    Da Bíblia ou a ela relativo (ex.: estudo bíblico, personagem bíblica, texto bíblico)....


    Relativo à bromatologia ou ao estudo dos alimentos....


    literário | adj.

    Relativo a letras, à literatura ou a conhecimentos humanos adquiridos pelo estudo....


    molecular | adj. 2 g.

    Que tem moléculas....


    Que diz respeito à miiologia ou aos estudo das moscas....


    nós | pron. pess. 2 g.

    Pronome pessoal sujeito correspondente à primeira pessoa do plural (ex.: onde é que nós vamos?)....


    Relativo à orictologia ou ao estudo dos fósseis....


    túrbido | adj.

    Que é turvo, sombrio, escuro (ex.: estudo sobre a distribuição da luz em meios túrbidos)....


    -logia | suf.

    Elemento que exprime a noção de estudo (ex.: morfologia)....


    versado | adj.

    Que tem prática, experiência, conhecimento....


    Relativo a pluviometria ou ao estudo da distribuição das chuvas (ex.: gráfico pluviométrico da precipitação média anual; índice pluviométrico; média pluviométrica)....


    Relativo a soteriologia ou a doutrina ou estudo da salvação do homem por um redentor (ex.: teologia soteriológica)....


    De modo aprofundado (ex.: é necessário estudar mais aprofundadamente estas questões)....


    émico | adj.

    Relativo ao estudo das unidades, por exemplo, linguísticas, no sistema a que pertencem (ex.: fonema, grafema e morfema são unidades émicas)....



    Dúvidas linguísticas


    Qual a forma correcta 'Estive na Quarteira' ou 'Estive em Quarteira'?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?