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    Pesquisa nas Definições por:

    DECRETASTE-TO

    fulminado | adj.

    Ferido (pelo raio ou pelo que se lhe compara)....


    decretalista | n. 2 g.

    Jurisconsulto versado em decretais....


    decreto | n. m.

    Deliberação superior que obriga à observância....


    degredo | n. m.

    Pena de desterro, imposta judicialmente como castigo de um crime grave....


    relatório | n. m.

    Exposição escrita em que se descrevem todos os factos de uma gerência, os dados colhidos numa sindicância, os trabalhos de uma comissão, etc....


    sinódico | adj. | n. m.

    Relativo a sínodo (ex.: decreto sinódico)....


    ucasse | n. m.

    Decreto de um soberano, na Rússia imperial....


    firmão | n. m.

    Decreto, provisão, alvará ou carta régia emanada de um soberano ou autoridade muçulmana e por ela assinada....


    mando | n. m.

    Direito, autoridade, poder de mandar....


    restrição | n. f. | n. f. pl.

    Ato ou efeito de restringir; limitação....


    revisão | n. f.

    Ato ou efeito de rever....


    veto | n. m.

    Oposição, recusa....


    considerando | n. m.

    Cada uma das razões em que se apoia uma sentença, decreto, etc., motivo....


    plebiscito | n. m.

    Voto expresso diretamente pelo povo....


    decretado | adj. | adv.

    Que se decretou ou determinou....



    Dúvidas linguísticas


    Diz-se parecido a ou parecido com? Por exemplo, parecido ao Pai ou parecido com o Pai? Ambas as formas estão correctas?


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.