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    Pesquisa nas Definições por:

    DECLARES-VOS

    Que é contrário à democracia (ex.: declarações antidemocráticas)....


    assertivo | adj.

    Que tem caráter de asserção....


    -fasia | elem. de comp.

    Exprime a noção de linguagem ou palavra (ex.: disfasia)....


    impactante | adj. 2 g.

    Que causa impacto (ex.: declaração impactante; números impactantes)....


    in limine | loc.

    No princípio; desde logo (ex.: autor do livro faz uma declaração in limine)....


    descredibilizante | adj. 2 g.

    Que diminui ou faz perder a credibilidade; que descredibiliza (ex.: declaração descredibilizante)....


    Que não se declarou ou enunciou de modo perfeito ou literal; que tem ambiguidades ou suscita dúvidas (ex.: hostilidade inexplícita; princípio inexplícito)....


    inexpresso | adj.

    Que não se expressou ou declarou (ex.: desejo inexpresso; perceção inexpressa; vontade inexpressa )....


    declarado | adj.

    Franco; aberto; manifesto....


    Cerimónia pela qual o Papa declara digna de veneração alguma pessoa falecida....


    concerto | n. m.

    Combinação entre pessoas ou entidades....


    diretiva | n. f.

    Indicação, instrução ou norma que deve orientar uma ação ou atividade....


    expresso | adj. | n. m.

    Que se manifesta....



    Dúvidas linguísticas


    Será que existe o plural de arroz em arrozes? Será que se emprega?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?