Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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expressoexpresso | adj. s. m.
expressoexpresso | adj. | s. m.
masc. sing. part. pass. de exprimirexprimir
1ª pess. sing. pres. ind. de expressarexpressar
masc. sing. part. pass. de expressarexpressar
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ex·pres·so ex·pres·so 2
(italiano espresso)
adjectivo e substantivo masculino
adjetivo e substantivo masculino

Diz-se de ou café feito em máquina de pressão e servido geralmente em chávena pequena.Ver imagem


ex·pres·so |eis| ou |es| ex·pres·so |eis| ou |es| 1
(latim expressus, -a, -um, particípio passado de exprimo, -ere, apertar)
adjectivo
adjetivo

1. Que se manifesta. = CLARO, FORMAL, MANIFESTO, PATENTEOCULTO, SUBENTENDIDO, TÁCITO

2. Declarado com palavras. = ESCRITOIMPLÍCITO

3. Que se destina a ser mais rápido do que o normal (ex.: serviço expresso).

4. Que é mandado de propósito.

substantivo masculino

5. Comboio ou autocarro que só pára em determinadas estações para ter um percurso mais rápido.


ex·pri·mir |eis| ou |es| ex·pri·mir |eis| ou |es| - ConjugarConjugar
(latim exprimo, -ere, espremer, fazer sair, pronunciar, arrancar)
verbo transitivo e pronominal

1. Manifestar os seus sentimentos, as suas expressões por palavras ou gestos.

2. Manifestar por meio de um trabalho de arte.

3. Dar a conhecer. = COMUNICAR

verbo pronominal

4. Fazer conhecer as suas ideias ou sentimentos.


SinónimoSinônimo Geral: EXPRESSAR
AntónimoAntônimo Geral: CALAR, SILENCIAR


ex·pres·sar |eis| ou |es| ex·pres·sar |eis| ou |es| - ConjugarConjugar
(expresso + -ar)
verbo transitivo e pronominal

Manifestar sentimentos ou expressões por palavras ou gestos. = DECLARAR, EXPRIMIR

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Dúvidas linguísticas


Por que há diferença entre o português de Portugal e o do Brasil em certas palavras como e.g.: Facto, acto, acção escritas destarte em Portugal e no Brasil fato, ato, ação?
Até à entrada em vigor do Acordo Ortográfico de 1990, válido para todas as variedades do português, a ortografia do português de Portugal (também designado português europeu) e a ortografia do português do Brasil seguiam dois documentos legais diferentes: para o português europeu, o Acordo Ortográfico de 1945, com alterações em 1973; para o português do Brasil, o Formulário Ortográfico de 1943, com alterações em 1971.

No que diz respeito à manutenção de certas consoantes na escrita, os dois textos legais pronunciavam-se em sentidos diferentes, preconizando o Formulário Ortográfico, válido para o português do Brasil, que “não se escrevem as consoantes mudas que não se proferem” (base IV), com poucas excepções, enquanto o Acordo Ortográfico de 1945, em vigor para o português de Portugal, nas bases VI a VIII, estabelecia várias regras para conservar ou eliminar consoantes. No português europeu, os exemplos apontados (facto/fato, acto/ato, acção/ação) correspondiam a regras diferentes para manutenção da consoante na escrita: em facto, a letra c devia ser conservada, por ser lida na maioria dos casos no português europeu (base VI, 2.º); em acção, esta letra devia também ser conservada na escrita, pois encontra-se “após as vogais a, e e o, nos casos em que não é invariável o seu valor fonético e ocorrem sem seu favor outras razões, como a tradição ortográfica, a similaridade do português com outras línguas românicas, e a possibilidade de, num dos dois países, exercerem influência no timbre das referidas vogais” (base VI, 3.º); em acto, o c mantinha-se, pois, apesar de não ser lido, devia “harmonizar-se graficamente com formas afins em que um c ou um p se mantêm, de acordo com um dos dois números anteriores [os parágrafos 2.º e 3.º já referidos]” (base VI, 4.º), sendo que neste caso específico, acto devia “harmonizar-se” com acção ou activo.

Com a aplicação do Acordo Ortográfico de 1990, na norma europeia do português, a consoante c das palavras acção e acto, por não ser pronunciada, deixa de ser escrita, aproximando-se assim a grafia à pronúncia, o que já acontecia na norma brasileira: ação e ato. Quanto à grafia da palavra facto, na norma europeia do português ela não sofre alteração com a aplicação do Acordo Ortográfico de 1990, uma vez que, diferentemente do que sucede na norma brasileira, o -c- é pronunciado, como se pode verificar pela consulta de dicionários ou vocabulários com transcrição fonética ou ortoépica, nomeadamente no Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea da Academia das Ciências de Lisboa ou no Dicionário Priberam da Língua Portuguesa. Este caso é semelhante a outros em que as consoantes c e p são pronunciadas (ex.: adaptar, intelectual, pacto, secção) e que, consequentemente, não sofrem alteração no português europeu com a aplicação do Acordo Ortográfico de 1990.

Como previsto pelo texto do Acordo Ortográfico de 1990, a existência de duplas grafias é possível nos casos em que a chamada "norma culta" hesita entre a prolação e o emudecimento das consoantes c e p. Por essa razão, escreve-se facto na norma europeia e fato na norma brasileira do português.

Pelo que foi dito anteriormente, e pela própria redacção do Acordo Ortográfico, se pode facilmente concluir que a ortografia é um conjunto de regras convencionadas e, como tal, é artificial e às vezes "pouco amiga do utilizador". A maioria das vezes, é o utilizador da língua que mais lê e mais consulta obras de referência, como dicionários, prontuários e afins, que melhor conhece essas regras e que melhor escreve. O caso das consoantes ou sequências de consoantes apontadas é frequentemente problemático, principalmente para utilizadores da língua que contactam com estas duas variedades do português. Não há nenhuma estratégia para escrever correctamente que não passe pela memorização do léxico e pela interiorização das regras, decorrentes da experiência de leitura e de escrita.




Na toponímia da freguesia de S. João das Lampas, concelho de Sintra, existe uma localidade que se chama A-dos-Eis. Qual será a etimologia ou a razão de ser de tão estranha como curiosa designação?
A expressão A de (ou do, dos, da, das) faz parte de inúmeros topónimos portugueses. Segundo José Pedro Machado (Dicionário Onomástico Etimológico da Língua Portuguesa, Lisboa, Livros Horizonte, 2003, p. 47), essa expressão é equivalente a Propriedade/Terra de…, sendo o elemento seguinte geralmente um antropónimo (nome, apelido, alcunha) ou um designativo de profissão (ex.: A de Geraldo, A do Almeida, A da Gorda, A dos Cunhados). Assim sendo, no caso em questão, Eis poderá designar o patronímico pertencente à família que deteria a posse daquelas terras.
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Palavra do dia

tar·ta·ru·gá·ri·o tar·ta·ru·gá·ri·o
(tartaruga + -ário)
substantivo masculino

1. Recipiente ou reservatório onde se conservam ou criam tartarugas ou cágados de pequenas dimensões.

2. Conjunto de instalações onde se disponibilizam tartarugas vivas para estudo e observação.

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://dicionario.priberam.org/expresso [consultado em 23-05-2019]