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    Pesquisa nas Definições por:

    Conserves-ta

    Que não pode conservar as propriedades elétricas....


    atérmico | adj.

    Insensível ou impenetrável ao calor....


    boiante | adj. 2 g.

    Que boia ou flutua....


    Diz-se dos preparados que conservam a maciez e frescura da pele....


    Muito fresco; muito conservado, apesar da idade....


    frágil | adj. 2 g.

    Quebradiço....


    hígido | adj.

    Relativo à saúde....


    incólume | adj. 2 g.

    Que não sofreu nada no perigo; são e salvo....


    induviado | adj.

    Diz-se do fruto que conserva as indúvias....


    térmico | adj.

    Relativo ao calor (ex.: energia térmica)....


    ulcerado | adj.

    Que tem úlcera ou úlceras....


    Que tem a propriedade de conservar algo parcialmente....


    Relativo à higiene e à conservação da saúde (ex.: condições higiossanitárias)....


    ad honorem | loc.

    Ao que bem serviu por muito tempo um cargo público, conserva-se-lhe muitas vezes o título ad honorem....


    Quando nos queremos conservar isentos de defeitos, não devemos ser complacentes com os dos nossos amigos, pois os vícios são contagiosos....




    Dúvidas linguísticas


    Qual a forma correcta 'Estive na Quarteira' ou 'Estive em Quarteira'?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?